Fatores Críticos para a Fotopolimerização

VALO cord and cordless high res

Muitas variáveis podem afetar o resultado final de uma restauração de resina: a dificuldade técnica da restauração, a qualidade do preparo e resina composta escolhida, entre outras. O impacto da qualidade do fotopolimerizador na longevidade da restauração normalmente é ignorado, mas escolher o fotopolimerizador correto é essencial.

  1. Proximidade da Restauração

Melhor acesso a restauração permite a entrega da quantidade máxima de energia do fotopolimerizador (luz emitida) para melhor alcance e polimerização dos materiais. Portanto, um fotopolimerizador que possibilite o alcance e posicionamento perpendicular em relação à preparação é uma ferramenta essencial para a qualidade do procedimento. Saiba mais.

  1. O tipo de luz emitido pelo aparelho fotopolimerizador

Estudos científicos comprovam a importância de fotopolimerizadores com comprimentos de onda de amplo espectro para polimerizar todos os materiais odontológicos fotopolimerizáveis. A maioria dos aparelhos existentes no mercado não possuem múltiplos comprimentos de onda ou simplesmente não conseguem uma irradiação uniforme de seus LEDs. Os 4 LEDs de VALO oferecem a dispersão uniforme da energia e 3 diferentes comprimentos de onda de luz para garantir uma polimerização completa final. Saiba mais.

  1. A quantidade de energia que efetivamente alcança a resina composta

As especificações do fabricante podem nos dar uma idéia geral das características dos diferentes fotopolimerizadores do mercado, mas na maioria dos casos a técnica, a proximidade da restauração, o ambiente clínico, e até mesmo o tipo de resina composta a ser utilizada pode influenciar na quantidade de energia que é efetivamente entregue para polimerizar a resina. A acessibilidade do VALO, juntamente com a sua elevada potência, permitem a entrega eficiente na quantidade necessária de energia á resina para a polimerização completa, dentro do mais curto espaço de tempo. Saiba mais.

“A polimerização insuficiente da resina afeta negativamente as suas propriedades físicas, reduz a resistência de adesão, aumenta o desgaste e degradação marginal, diminui a biocompatibilidade, potencialmente aumenta o dano de DNA resultante de lixiviados e aumenta a colonização bacteriana da resina. Igualmente indesejável é a entrega de muita energia para o dente, o que pode causar danos térmicos à polpa e aos tecidos orais expostos. Portanto, é essencial estabelecer um método para quantificar com precisão a energia fornecida pelo fotopolimerizador a uma restauração dentária sob condições clinicamente relevantes. Seria então possível determinar os efeitos da técnica do operador, a escolha de fotopolimerização e posição do restauração baseado na quantidade de energia que recebe, de fato, a resina.”1

1 Price RBT, Felix CM, Whalen JM. Factors affecting the energy delivered to simulated Class I and Class V preparations. J Can Dent Assoc. 2010; 76: a94. Read the study

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Nem a mais, nem de menos: Saiba qual é a quantidade certa de gel para a moldeira

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Aplicando a quantidade correta de gel, o paciente evita o desperdício sem prejudicar a eficácia do tratamento clareador

Nós queremos que todos os pacientes tenham uma excelente experiência durante o tratamento clareador. Fabricar moldeiras que proporcionam máximo conforto, e instruir seus pacientes de como aplicar corretamente o gel nas moldeiras customizadas ajuda com que isso aconteça.

Lembre-se que quanto melhor a experiência durante o tratamento, mais provável que os pacientes queiram completa-lo. Para isso, criamos uma série de postagens que responde a perguntas frequentemente feitas pelos pacientes durante o clareamento para tornar o processo o mais confortável e eficiente possível.

Uma das perguntas mais comuns é em relação à quantidade de gel necessária para cada uso da moldeira customizada.

Nós recomendamos usar não mais do que um terço ou no máximo metade da seringa por uso da moldeira. Uma linha contínua de gel no arco da moldeira (na superfície facial) garante uma cobertura apropriada. Uma vez que o paciente inseriu a moldeira na boca, ele deve remover o excesso de gel com uma escova de dentes macia. Você pode aconselhar o paciente a enxaguar o gel duas vezes, mas esse gel não deve ser engolido. Isso vai assegurar que o excesso de gel saia da boca e não entre em contato com quaisquer tecidos enquanto o paciente realiza o clareamento. Após o período de uso recomendado, o paciente deve limpar a moldeira com uma escova macia e água fria, guardando em um estojo, logo em seguida.

 Seguindo estas dicas simples, você ajuda seu paciente a ter a melhor experiência possível durante o clareamento.

É possível fazer clareamento mesmo com aparelho?

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SIM! Pacientes, mesmo durante o tratamento ortodôntico, podem clarear seus dentes. Agentes clareadores de ação superficial, como cremes dentais de ação branqueadora e pastas de ácido hidroclorídrico são efetivos apenas na remoção de manchamentos externos, porém, géis de clareamento à base de peróxidos de carbamida e hidrogênio são efetivos no clareamento dental de dentro para fora. Os clareadores à base de peróxido atuam em nível molecular, movendo-se pela área de dentina do dente, clareando as áreas adjacentes, ao redor e inclusive sob os brackets ortodônticos.

Brackets ortodônticos são responsáveis por criar muita área onde é possível o acúmulo de placa, e é muito mais difícil higienizar uma boca cheia de brackets e fios. Dessa forma, todos os meios que possam ser utilizados pelos pacientes para ajudá-los a limpar seus dentes devem ser considerados. Um gel de clareamento à base de peróxido de carbamida pode ajudar de fato seus pacientes a manter uma correta higiene bucal. O Dr. Van Haywood declarou: “As propriedades antibacterianas do peróxido de carbamida estão bem documentadas, já que esse material foi originalmente vendido como antisséptico bucal. Além disso, fissuras artificiais desmineralizadas (para simulação de cáries) inoculadas com lactobacillus, e depois tratadas com um gel de peróxido de carbamida a 10% por duas horas demonstraram que não houve crescimento subsequente do lactobacillus depois de sua incubação em placas de Petri.1 Os autores desse estudo concluíram que o peróxido de carbamida a 10% penetrou as fissuras cariosas e matou o lactobacillus. Também foi demonstrado que o peróxido de carbamida a 10% CP inibiu o crescimento de Streptococcus mutans e lactobacillus in vitro e reduziu os níveis salivares de lactobacillus in vivo.” Inside Dentistry April 2010

Quando os pacientes se submetem ao tratamento ortodôntico e levando-se em conta o tempo e dinheiro investidos, eles esperam um belo sorriso no final do tratamento. Obter um sorriso mais claro e brilhante pode fazer toda a diferença na satisfação de seu paciente. Clarear o sorriso de seus pacientes com Opalescence Tréswhite Supreme pode fornecer a eles exatamente a conquista que se espera no dia em que os brackets são finalmente removidos.

Um lindo sorriso, alinhado e branco, é sempre uma conquista!